Na mídia: Alckmin sofre críticas da bancada da bala de SP

Na mídia: Alckmin sofre críticas da bancada da bala de SP

Matéria do jornal O Estado de São Paulo, link aberto no Jornal do Brasil.
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Trecho:
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Sem conceder aumento a policiais há quase quatro anos, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enfrenta o descontentamento das duas corporações – a Civil e a Militar – e críticas de deputados da base aliada ligados à chamada “bancada da bala” na Assembleia Legislativa.
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Para tentar contornar a crise interna, Alckmin enviou à Casa no início deste ano um projeto de lei que propõe reajuste de 4%, o que, na prática, complicou ainda mais a relação com a bancada, que reúne três dos cinco parlamentares mais votados em 2014.
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Tucanos como o ex-presidente da Assembleia Fernando Capez e o Coronel Telhada negociam deixar o PSDB. O primeiro conversa com o PSB, partido do vice-governador Márcio França, que deve assumir o governo em abril, e o segundo vai se filiar ao PP no dia 17.
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“A condução da segurança pública pelos governos do PSDB é desastrosa. O governador não sabe valorizar os policiais, aliás, todo o funcionalismo. É por isso que estou saindo do partido, não vou mais insistir”, afirmou Telhada, quinto mais votado da Assembleia. O convite para o coronel trocar o PSDB pelo PP foi feito pelo Delegado Olim, que exige ao menos 7% de aumento.
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O deputado classificou como “ridículo” o valor do salário pago ao policial de São Paulo. “A sorte do governador é que a polícia paulista é muito boa, trabalha direito, não faz greve. Mas daí a dizer que está tudo uma maravilha é forçar a barra”, disse. O salário inicial de um PM de São Paulo é inferior a R$ 3 mil, um dos mais baixos do País.

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