Quadrinhos

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“Coronel Telhada” busca atingir um público-alvo que não possui uma revista em quadrinhos do gênero policial 100% brasileira nas bancas. Com o sucesso do personagem Capitão Nascimento nos cinemas, foi comprovado que existem fãs da Policia Militar que desejam consumir produtos culturais ligados a um herói nacional, que combata o crime nos rigores da lei.

A revista é desenhada com um traço que lembra tanto o mangá japonês, quanto os comics americanos. A história foi revisada por Policiais Militares, o que garante frases criveis e diálogos que remetem a realidade das ruas.

As histórias são todas baseadas em fatos reais e estreladas pelo Coronel Telhada, o mais conhecido comandante que a ROTA já teve. Telhada foi consultor da produtora Medialand em programas de TV de sucesso como “Operação de Risco”, onde foi o protagonista de diversas histórias (episódios) reprisados até hoje na TV paga. Telhada é o autor de dois livros, o segundo “Quartel da Luz – Mansão da ROTA” campeão de vendas que conta a história do Batalhão Tobias de Aguiar.

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Depois do sucesso de vendas da primeira edição (maio de 2014), a revista “Coronel Telhada em Quadrinhos” chega ao número dois com diversas novidades.

A primeira novidade é o aumento do número de páginas de 36 para 52, que resultou em um acréscimo das páginas com histórias.

Também ganham espaço seções fixas como a “Coleção Veículos Militares”, que em cada edição trará uma viatura para os leitores recortarem e montarem, começando com uma de ROTA (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar).

Outra novidade é a seção “Fique Ligado!” com dicas de segurança que podem ser aplicadas por todas as pessoas no dia a dia. Nesta edição são mostradas formas de aumentar os cuidados em casa.

Por fim, cada história agora é mais trabalhada, ao longo de uma quantidade maior de páginas. E atendendo pedidos dos leitores as tramas ficam mais densas e abordando realidades mais trágicas, e infelizmente comuns, da rotina policial.

A história principal continua baseada na vida do deputado Coronel Telhada, ao longo de 33 anos na PM, sempre amparada por uma matéria de jornal ou revista que contextualiza e comprova a ocorrência como real.

A segunda história passa a ser estrelada por um herói da Policia Militar. A cada edição um personagem marcante da PM será lembrado e terá sua história contada no formato de quadrinhos. Neste número é relatada a vida e morte do Capitão Alberto Mendes Junior, assassinado nos anos 1970. A obra é contada com a devida autorização dos herdeiros do oficial.

A arte da revista continua mesclando traços típicos do mangá (histórias em quadrinhos japonesas) com as comics (HQs americanas), com a liberdade necessária para o desenhista também colocar o seu estilo próprio.